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Mansão usada como comitê de Dilma encalha

Centro informal do poder durante a campanha presidencial de Dilma Rousseff, uma mansão situada no Lago Sul, em Brasília, vive o estigma dos imóveis que servem às campanhas eleitorais na capital: são alugados por altos valores nos meses que antecedem o pleito, mas depois "micam" no mercado.

MARIÂNGELA GALLUCCI, Agência Estado

27 de setembro de 2012 | 09h49

A presidente está quase no meio de seu mandato no Palácio do Planalto. Mas a casa que serviu de escritório político, colocada à venda logo depois das eleições, ainda não foi arrematada.

Anunciado por R$ 3,6 milhões, o imóvel de 720 metros quadrados de área útil localizado no bairro nobre do Lago Sul, em Brasília, está encalhado. Segundo consultores imobiliários ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, a "mansão de Dilma" superou bastante o tempo médio de negociação de um imóvel similar.

Além de escritório da campanha, o local foi usado pela equipe de marketing, chefiada pelo publicitário João Santana, para fazer gravações para programas eleitorais.

Proprietário do imóvel, o engenheiro Roberto d?Araújo Senna contou que a casa estava disponível para venda ou aluguel já na época da campanha eleitoral. Ele disse que somente depois de o aluguel ser acertado ficou sabendo que o imóvel seria usado pela campanha de Dilma.

Segundo o engenheiro, isso ocorreu porque o contrato foi feito por meio de uma imobiliária. Senna está conformado com a demora na venda do imóvel. "É uma casa boa, grande", disse o engenheiro, que há anos mora em São Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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