Manifestantes protestam contra reforma da Previdência de SP

Cerca de 500 manifestantes, entre servidores, sindicalistas ligados à educação e saúde, PSTU e opositores à proposta de reforma da Previdência do governador Geraldo Alckmin (PSDB) estão protestando em frente à Assembléia Legislativa, com carro de som. A votação do projeto deve acontecer às 16h30, afirmou o presidente da Casa, deputado Sidney Beraldo (PSDB). Serão distribuídas 234 senhas, correspondentes à lotação da galeria do plenário - para que os manifestantes possam acompanhar a votação dentro da Casa. As senhas serão distribuídas proporcionalmente às bancadas dos 14 partidos. Com essa lógica, o PSTU, que não tem parlamentar eleito, vai ficar de fora. Na última terça-feira, alguns militantes dos PSTU e sindicalistas ligados aos setores da educação e saúde dos servidores invadiram o plenário. Para evitar invasões, foi reforçado o policiamento na Assembléia, inclusive com a presença do Batalhão de Choque. Há 240 PMs no local. Na semana passada a segurança chegou a 160 homens. O projeto de reforma da Previdência paulista prevê a criação da alíquota de 5% para contribuição previdenciária para os servidores da ativa, que somados aos 6% pagos para as pensões resultará na alíquota de 11%. Esta proposta é rejeitada pelos sindicatos dos servidores estaduais e pela bancada do PT e Pc do B.Beraldo disse que a liderança do governo garantiu que há maioria para aprovar a reforma. Serão precisos 48 votos nominais (declarados). A base governista espera conseguir no mínimo 53 votos para aprovar o projeto.

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