Nelson Almeida/AFP
Nelson Almeida/AFP

Grupo a favor do governo se reúne na frente do prédio de Lula

Ao contrário dos atos que ocorrem em vários Estados brasileiros, protesto em São Bernardo defende Dilma e o ex-presidente

Aline Bronzati e Guilherme Mazieiro, O Estado de S.Paulo

13 de março de 2016 | 14h18

SÃO PAULO - Manifestantes se reúnem em frente ao prédio onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mora, em São Bernardo, no ABC paulista. Ao contrário dos atos que ocorrem vários Estados brasileiros, os presentes protestam em apoio ao ex-presidente.

Em São Paulo, atos contra o governo de Dilma Rousseff ocorrem em cidades como Campinas, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, Indaiatuba e Bauru. O início da manifestação na capital está marcado para as 15h30, com ponto de partida na esquina da Avenida Paulista com a Rua Pamplona. Já havia, contudo, no fim da manhã, alguns manifestantes no local.

Ao menos 30 mil manifestantes tomaram a região central da cidade de Campinas, de acordo com os organizadores. A Guarda Municipal e a Polícia Militar não confirmaram se vão divulgar a estimativa de participantes.

Seis trios elétricos estavam reunidos no Largo do Rosário. Os discursos dos carros pediam o impeachment da presidente Dilma, exaltavam a "família" e o juiz Sérgio Moro e pediam a prisão do ex-presidente Lula. 

Um dos caminhões fazia paródia com a música "Para não dizer que não falei das flores", ícone da Ditadura Militar, de Geraldo Vandré, com a saída de Dilma. No movimento, havia ainda manifestantes que pediam intervenção militar e uma turma da vassoura, que lembra o movimento "Varre, varre, vassourinha", da campanha de Jânio Quadros.

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