Manifestação a favor da Lava Jato é tímida em Porto Alegre

Além do apoio a Moro, os presentes pediam a prisão de Dilma e do ex-presidente Lula, pregavam o direito ao porte de armas e o combate ao voto em lista

Lucas Azevedo, Especial para o Estado

26 Março 2017 | 18h40

PORTO ALEGRE - Em Porto Alegre, a manifestação de apoio à Operação Lava Jato ocorreu no Parque Moinhos de Vento, o Parcão, por volta das 15h. O movimento foi tímido, comparado aos outros protestos ocorridos no ano passado em prol do impeachment da então presidente Dilma Rousseff.

A avenida Goethe esteve interditada entre as ruas Mostardeiro e 24 de Outubro, mas não chegou nem perto de ser completamente tomada. Estimativas informais de participantes dão conta de algumas centenas de pessoas estiveram no local.

Do alto de um carro de som, lideranças de movimentos liberais, como o MBL (Movimento Brasil Livre), se alternavam ao microfone. Entre eles o deputado estadual Marcel Van Hattem (PP-RS). "Precisamos apoiar a lava jato para fazer a limpeza da classe política e empresarial corrupta", afirmou.

Além de palavras de apoio à Operação Lava Jato e ao juíz federal Sérgio Moro, os presentes pediam a prisão de Dilma e do ex-presidente Lula, pregavam o direito ao porte de armas e o combate ao voto em lista. Não foram registradas manifestações contrárias ao presidente Michel Temer. O ato chegou ao fim por volta das 17h10. A reportagem tentou contato com a Brigada Militar e o MBL para estimar o público presente, mas os telefonemas não foram atendidos.

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