Malan diz que não impôs condição para ir à CPI do Banespa

O ministro da Fazenda, Pedro Malan, disse, por intermédio de seu assessor de Comunicação Social, Marcelo Pontes, que, como ministro de Estado, tem a obrigação de atender à convocação da CPI do Banespa, na Câmara dos Deputados, para depor sobre o processo que levou à privatização do banco estadual paulista. Ele utilizou este argumento para desmentir categoricamente informação prestada pelo deputado Júlio Semeghini (PSDB-SP), segundo a qual ele teria condicionado sua ida à CPI, na próxima terça-feira, ao comparecimento também do pré-candidato à presidência da República pelo PPS, Ciro Gomes, que era ministro da Fazenda quando foi decretada a intervenção no Banespa. Segundo o ministro, seria "ridículo, descabido e desrespeitoso" da parte dele com o Congresso Nacional e com a própria CPI, se ele impussesse condições para prestar informações que ele está obrigado a dar. Na última terça-feira, Ciro deixou pela segunda vez de comparecer à CPI, alegando ter assumido anteriormente outro compromisso. Ainda por intermédio de seu assessor, Malan negou, também, informação de Semeghini de que teria pedido qualquer informação à CPI para preparar seu depoimento.

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