Maia quer quebra de sigilo de envolvidos com Cachoeira

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), defendeu nesta sexta-feira que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira comece os trabalhos com a aprovação de requerimentos com a quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico de todas as pessoas que tiveram contato com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

EUGÊNIA LOPES, Agência Estado

20 de abril de 2012 | 15h17

"Eu começaria a CPI quebrando o sigilo, bancário, fiscal e telefônico, de todos aqueles que tiveram qualquer tipo de contato com Cachoeira", disse Maia. "Mas quem vai tomar essa decisão é o relator", completou. Ele classificou ainda como "imaginação de alguns" a suposta interferência do governo na CPMI.

O líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (SP), disse que definirá o nome do relator da CPI na próxima terça-feira. Existe uma disputa entre grupos do PT para ocupar a relatoria da CPI. De um lado, com o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está o ex-líder Cândido Vaccarezza (PT-SP). De outro, respaldados pela ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e Tatto, estão Paulo Teixeira (SP) e Odair Cunha (MG).

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