Maia nega conhecer investigação sobre chantagem

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), negou hoje que tivesse conhecimento da investigação feita pela Polícia Legislativa, que intimou um sem-terra, um lavador de carros e um vigilante para apurar chantagem contra o deputado Policarpo (PT-DF).

EUGÊNIA LOPES, Agência Estado

10 de outubro de 2011 | 18h27

Segundo denúncia da revista Veja desta semana, Marco Maia teria ordenado à Polícia Legislativa a investigação. O deputado Policarpo é acusado de compra de votos pelo grupo que prestou depoimento à polícia da Câmara. "Não conversei com o deputado Policarpo. Não sabia sobre esse caso. É uma denúncia desprovida de veracidade", afirmou Maia.

Ele observou que a Polícia Legislativa da Câmara tem poderes para fazer investigações e inquéritos, a exemplo do trabalho da Polícia Federal (PF). "A Polícia Legislativa tem autonomia para fazer autuações", disse. Segundo Maia, o deputado Policarpo desmentiu que tivesse conversado com ele sobre o assunto. O presidente da Câmara também considerou extemporânea a representação apresentada hoje pelo PPS na Corregedoria da Câmara pedindo a apuração da denúncia da revista.

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