Ricardo Galhardo/Estadão
Ricardo Galhardo/Estadão

Seguranças de Lula mapeiam Porto Alegre às vésperas de julgamento no TRF-4

Ex-presidente é aguardado na capital gaúcha nesta terça-feira; no dia 24, ele deve acompanhar a decisão em São Paulo

Ricardo Galhardo, enviado especial, O Estado de S.Paulo

22 Janeiro 2018 | 10h22

PORTO ALEGRE - O PT prevê uma rápida passagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na terça-feira, 23, entre 16h e 18h, em Porto Alegre, para o julgamento do petista pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), conforme publicou o Estado em 2 de janeiro. O Instituto Lula não confirma a informação. Uma equipe responsável pela segurança de Lula esteve no domingo, 21, na cidade para mapear os locais por onde o ex-presidente deve passar.

No dia do julgamento, quarta-feira, 24, o ex-presidente deve acompanhar a sessão em São Paulo, onde há previsão de atos contrários e favoráveis a Lula na Avenida Paulista.

Na manhã desta segunda-feira, 22, cerca de 3.000 integrantes da Via Campesina começaram a chegar à capital gaúcha de Estados vizinhos, de acordo com os organizadores do movimento de camponeses.

No início da manhã, participaram da marcha a presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), Alexandre Padilha, vice-presidente do PT, o senador Lindbergh Farias (RJ), o ex-governador do Rio Grande do Sul Olívio Dutra, o deputado Paulo Pimenta (RS), o líder do Movimento Sem Terra (MST), João Pedro Stédile.

Entenda como Lula vai ser julgado no tribunal da Lava Jato: 

INÍCIO

- 8h30 do dia 24, na sala de sessão da 8.ª Turma, na sede do TRF-4, em Porto Alegre.

- A sessão começa com a abertura do presidente da 8.ª Turma, desembargador federal Leandro Paulsen.

- Após, o relator, desembargador federal João Pedro Gebran Neto, faz a leitura do relatório do processo. Em seguida, ocorre a manifestação do Ministério Público Federal que, levando em conta que recorre quanto à situação de diversos réus, terá o tempo de 30 minutos.

- Depois, é a vez dos advogados de defesa, com tempo máximo de 15 minutos cada réu.

- Ao todo será oferecida uma hora para o conjunto das sustentações orais da defesa, de modo que possam reforçar oralmente, nessa sessão, suas razões e seus pedidos.

- A seguir, Gebran lê o seu voto e passa a palavra para o revisor, desembargador Leandro Paulsen, que dá o voto.

- Paulsen é seguido pela leitura de voto do desembargador federal Victor Luiz dos Santos Laus.

- Paulsen, que é o presidente da turma, proclama o resultado.

 

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