Lula diz que Adão Pretto defendia 'pobres e desamparados'

Defensor da reforma agrária, deputado morreu esta manhã após cirurgia para retirada do pâncreas

AE, Agencia Estado

05 de fevereiro de 2009 | 15h40

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou em nota nesta quinta-feira, 5, a morte do deputado Adão Pretto (PT-RS) e afirmou que o parlamentar sempre defendeu "os anseios e as aspirações dos mais pobres e desamparados".  "Era respeitado inclusive pelos adversários", disse o presidente. Pretto estava internado no Hospital Moinhos de Vento desde o dia 15 de janeiro, para tratamento de pancreatite, e morreu morreu às 7h42 desta quinta-feira. Ele havia sido submetido a uma cirurgia para a retirada do pâncreas na noite de terça e não resistiu. Segundo informações da Agência Câmara, seu estado era grave e ele estava internado no Centro de Terapia Intensiva  Veja também:Morre o deputado federal Adão Pretto, do PT Adão Pretto tinha 63 anos e estava em seu sexto mandato. Agricultor e defensor da reforma agrária, Pretto era deputado federal desde 1991 e ajudou a fundar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Rio Grande do Sul. Filiou-se ao PDT em 1980. Ingressou no PT em 1985, ano em que se elegeu deputado estadual.  Leia abaixo a íntegra da nota:"Meu companheiro e amigo Adão Pretto foi um dos militantes das causas populares mais ativos que conheci", afirmou Lula no comunicado. Segundo o presidente, o parlamentar gaúcho "levava sempre para dentro do parlamento os anseios e as aspirações dos mais pobres e desamparados" e que, "apesar de se dedicar intensamente aos trabalhos legislativos, nunca deixou de militar nas organizações dos trabalhadores, especialmente do campo".

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