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Lula anuncia a convocação extraordinária do Congresso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou extraordinariamente o Congresso Nacional para trabalhar em julho durante o recesso parlamentar. Na presença dos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, João Paulo Cunha, e dos líderes da base aliada (em protesto contra as declarações de Lula ontem, não estiveram presentes os líderes do PFL, PSDB e PDT, embora convidados ), Lula disse que até 30 de junho a pauta da convocaçao será definida. Segundo ele, a expectativa é de que as reformas avancem durante o mês de julho como também outros projetos de lei de interesse do País. "Certamente, poderemos chegar ao final do ano com as reformas aprovadas", afirmou Lula, acrescentando que, após a conclusão das reformas da Previdência e tributária, o governo pretende atuar juntamente com o Congresso pela aprovação das reformas política e sindical. "Teremos um imenso prazer em começar um novo ciclo de votação de reformas", afirmou Lula. Sarney e Cunha fazem discursos de apoio a Lula Os presidentes da Câmara e do Senado fizerem breves discursos de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "A relação do governo com o Congresso tem sido marcada, além dos mandamentos da Constituição, por uma absoluta confiança em Vossa Excelência", disse Sarney, dirigindo-se ao presidente Lula. O senador anunciou a intenção de incluir na pauta da convocação extraordinária a reforma do Judiciário e projetos de lei sobre segurança pública. João Paulo Cunha também insistiu em que a Câmara precisa avançar nas reformas. "Vamos fazer a colheita em breve, mas temos de continuar plantando", disse ele, referindo-se à conclusão da votação das reformas, prevista para este ano. O presidente Lula Lula negou que tenha ofendido Judiciário e Legislativo em suas declarações de ontem.

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