Lula admite problemas em unir base aliada nos Estados

'Às vezes, as realidades locais e o histórico de disputas passadas ou presentes falam mais alto', disse

estadao.com.br,

12 de março de 2010 | 14h21

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou nesta sexta-feira, 12, sobre as dificuldades que o governo tem encontrado para fechar alianças com partidos da base aliada no mesmo palanque em alguns Estados para a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata à Presidência da República durante entrevista publicada no jornal Folha de Londrina.

 

"Às vezes, as realidades locais e o histórico de disputas passadas ou presentes falam mais alto. Mas ainda temos pela frente um tempo razoável para discussões, negociações e, se depender da minha torcida, vamos, sim, construir um palanque único aqui no Paraná", disse.

 

Para o presidente, o prejuízo na disputa entre partidos aliados reflete diretamente na candidatura de Dilma. Por isso, ele já sinalizou que a ministra poderá subir em dois palanques em alguns Estados.

 

No Paraná, a direção do PT rompeu aliança com o governador Roberto Requião (PMDB), para fortalecer a aproximação com o principal desafeto de Requião e pré-candidato ao governo do Estado, o senador Osmar Dias (PDT).

 

"Tenho grande admiração pelo companheiro Osmar Dias e, é claro, mantenho o apoio à aliança do PT com o PDT no Paraná", comentou Lula, que acrescentou: "ainda temos pela frente um tempo razoável para discussões, negociações e, se depender da minha torcida, vamos, sim, construir um palanque único aqui no Paraná e assim contribuir para mantermos as mesmas diretrizes políticas que estão mudando a cara do nosso País".

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