Lobão evita se envolver na questão da CPI dos Fundos

'É uma questão do Congresso (Nacional). É uma atitude autônoma e soberana do Congresso', diz ministro

Leonardo Goy, de O Estado de S.Paulo

03 de março de 2009 | 14h08

Escaldado com a forte repercussão do caso do Real Grandeza, o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, evitou comentar sobre a decisão de integrantes do seu partido, o PMDB, de criar uma CPI para investigar os fundos de pensão das estatais que em sua maioria são controlados por petistas. "É uma questão do Congresso (Nacional). É uma atitude autônoma e soberana do Congresso", afirmou o ministro.   Veja Também:  Escândalo do mensalão derrubou diretoria em 2005 Entenda a polêmica do Real Grandeza, o Fundo de Furnas    Lobão disse que considera superada a questão da troca do comando do Fundo da Real Grandeza. "Resolvi suspender a eleição (da nova diretoria) até o fim do mandato dos atuais dirigentes", afirmou. Na semana passada, Lobão chegou a articular para que houvesse troca do comando do Real Grandeza. Mas a decisão acabou sendo barrada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, depois que os funcionários de Furnas ameaçaram fazer uma paralisação em defesa dos diretores do fundo.   Lobão esteve há pouco na residência do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, para anunciar uma parceria da estatal federal Eletrobrás com a Companhia Energética de Brasília (CEB), para reformar a rede elétrica na capital federal. Ao todo serão investidos R$ 58,4 milhões, sendo que R$ 56 milhões virão da Eletrobras e outros R$ 2,4 milhões, da CEB.

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