Líderes do PSDB defendem apuração rigorosa no Senado

Os representantes do PSDB presentes ao lançamento da Fundação Mário Covas, também afirmaram que não existe a possibilidade de um acordo para abafar o escândalo de participação dos senadores José Roberto Arruda (PSDB-DF) e Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), na violação do painel de votação do Senado. "Tem de haver a apuração rigorosa do caso pelo Congresso. Nós nunca aceitamos a idéia de abafar esses fatos", afirmou o ministro da Educação, Paulo Renato Souza, ressaltando que, para preservar sua imagem, o Senado deve ter absoluta isenção na apuração dos fatos. Ele também negou, enfaticamente, a participação do governo numa eventual "operação abafa". O deputado Alberto Goldman, um dos vices-presidente do PSDB, também disse que não existe a hipótese de acordo político para abafar o escândalo no Senado. "Não há a possibilidade de nenhum tipo de arranjo político para essa questão", disse Goldman, também defendendo isenção na apuração dos fatos pelo Senado.Defesa - O direito à defesa do senador José Roberto Arruda foi defendido pelo líder do governo na Câmara, deputado Arnaldo Madeira. "Tem de haver o direito de defesa, antes de qualquer julgamento", disse Madeira.

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