Líderes defenderão decisão de João Paulo de chamar PM

Os líderes partidários vão se revezar agora à tarde na tribuna da Câmara para prestar solidariedade à posição assumida ontem pelo presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP) que, para evitar confronto entre manifestantes contrários à reforma da Previdência e seguranças, chamou o Batalhão de Choque da Polícia Militar para reforçar o esquema de segurança na Casa. O ato de solidariedade foi definido ontem à noite pelos líderes, preocupados com os desdobramentos do episódio, uma vez que já existe um clima de turbulência com grupos como sem-terra e sem-teto. O líder do PSB, deputado Eduardo Campos (PE), que se reuniu há pouco com João Paulo e outros parlamentares, afirmou que o gesto do presidente da Câmara foi para garantir o funcionamento da Casa. "Ele (João Paulo) tem sido um presidente altivo e equilibrado na relação com o Executivo e o Judiciário", disse.

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