Líderes contestam resultados

O líder da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf), que coordena 32 assentamentos em Pernambuco, João Santos, afirmou desconhecer situação de desnutrição entre crianças assentadas. "Quem vive em assentamento tem o básico, tem feijão, milho, inhame, farinha de mandioca, legumes", observou. Ele considerou "lamentável" e "muito grave" o resultado do estudo da UnB. Coordenadora da Comissão Pastoral da Terra (CPT) no Nordeste, Marluce Melo disse que o que muda na vida das famílias assentadas é justamente o fato de passar a ter o que comer. "É a mesa farta, o prato cheio", afirmou. Para ela, uma situação como a encontrada pela UnB deve se referir a "alguma exceção", de "uma situação extrema em época de seca muito severa".

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