Líder do PMDB na Câmara fica indignado com prisões no Turismo

O deputado federal Henrique Eduardo Alves (RN) afirmou que houve abuso na ordem judicial

Eugênia Lopes, da Agência Estado

09 de agosto de 2011 | 13h55

BRASÍLIA - O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), criticou nesta terça-feira, 9, a operação da Polícia Federal no Ministério do Turismo que resultou na prisão de 38 pessoas. Ele está particularmente indignado com a detenção do secretário-executivo da pasta, Frederico Silva da Costa. "O Frederico é servidor praticamente desde a criação do Ministério do Turismo, ele vem participando de todas as administrações. Aí prenderam o sujeito. Não entendemos o porquê", afirmou o líder. Para ele, houve abuso na ordem judicial.

O líder lembrou que os convênios no Ministério do Turismo, objeto da investigação, foram assinados há dois anos, que vinham sendo executados normalmente e que não havia investigação sobre nada. "Foi um convênio assinado em 2009 e o PMDB está no Ministério há seis meses", afirmou. Alves lembrou ainda que o ex-deputado Colbert Martins, que também foi preso, está no ministério há apenas dois meses.

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