Lewandowski admite possibilidade de abstenção maior

O ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), admitiu a hipótese de que, com o feriado nacional na próxima terça-feira, 2, o índice de abstenção seja maior no segundo turno do que foi no primeiro. "Não temos ainda um cálculo final relativo às abstenções", disse.

CÉLIA FROUFE E MARIÂNGELA GALLUCCI, Agência Estado

31 de outubro de 2010 | 18h43

Jornalistas questionaram o ministro a respeito da sua avaliação sobre o baixo número de filas registrado nos locais de votação. "Atribuo isso à facilidade que o eleitor teve para votar", alegou. Segundo ele, nos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, onde houve votação apenas para presidente da República, a média foi de 9 a 10 segundos para votar.

Se o índice de abstenção se elevar de forma mais substantiva em relação ao primeiro turno, isso vai se dever a um conjunto de fatores, de acordo com Lewandowski. "No Amazonas, tivemos um problema com relação à seca. Houve dificuldades de transporte, que foram superados mediante a colaboração das Forças Armadas".

Com relação ao término das apurações, o TSE não possui ainda uma estimativa precisa sobre as divulgações. "No primeiro turno, depois de 3 horas e meia, já tivemos 90% do resultado. Como agora temos apenas dois candidatos, não obstante o plebiscito do Acre, estimamos que o tempo será reduzido", disse.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.