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Letra ilegível de médico leva a erro de atendente

A letra ilegível de um médico e a falta de preparo de um atendente de farmácia num posto de saúde quase provocam a morte de um bebê de um mês, em Adamantina, na região de Presidente Prudente, interior de São Paulo. O estagiário trocou o medicamento. Em vez de um remédio para gripe, ele entregou um para o coração. A criança foi atendida em hospital da cidade e passa bem. Segundo o Bom Dia SP, da TV Globo, o secretário de Saúde de Adamantina, Roberto Fernandes, admitiu o erro do atendente e disse que medidas mais cuidadosas serão tomadas. O pai da criança, Alessandro da Silva, registrou boletim de ocorrência na polícia. O médico Henrique Salvador, representante do Conselho Regional de Medicina da região, disse que apresentar caligrafia ilegível está vedado pela Constituição Federal. Para ele, os médicos deveriam atentar para essa questão.

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