Laudo descarta assassinato de desembargador

Laudo complementar do Instituto Médico-Legal afasta suspeita de assassinato do desembargador Vianna Santos, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Estado. O documento, subscrito por dois legistas, atesta: "O exame necroscópico não permite concluir por nenhuma causa de morte que tenha nexo causal com utilização de violência explícita".

FAUSTO MACEDO, Agência Estado

16 de outubro de 2012 | 11h45

Vianna Santos morreu na madrugada de 26 de janeiro de 2011 no apartamento onde residia com a mulher, Maria Luísa. O desembargador estava no exercício do cargo de mandatário máximo da corte. Na ocasião, a polícia abriu inquérito.

O primeiro laudo já apontava "morte súbita de origem cardíaca" - enfarte agudo do miocárdio -, mas dúvidas surgiram a partir da constatação de elevada taxa de álcool no sangue do magistrado - 10,5 gramas por litro.

O Ministério Público devolveu os autos à polícia para novos exames. O laudo complementar elimina a especulação de que Vianna teria sido envenenado.

O IML atesta que é possível uma pessoa apresentar tão alto nível de álcool no sangue sem que isso provoque sua morte. Vianna sofria de diabete. Estava muito debilitado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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