Laboratórios do País redescobrem a pesquisa

É uma questão de vida ou morte para a indústria farmacêutica nacional. Ou pesquisa e inova ou morre, fecha as portas. Depois de décadas sem investir em pesquisa e desenvolvimento (P&D), os laboratórios brasileiros arregaçaram as mangas e partiram para parcerias com universidades e instituições de pesquisa. Nada que se compare aos US$ 500 milhões que as multinacionais juram investir no desenvolvimento de uma única droga, mas alguns milhões de reais aqui, alguns milhões ali, e ainda este ano um novo medicamento, produzido e desenvolvido no Brasil, entra em fase de testes clínicos. Ao todo, cinco compostos já foram patenteados. "Nossa indústria perdeu a tradição de pesquisar e, nos últimos 30, 35 anos, só copiava medicamentos, porque não havia uma Lei de Patentes que a obrigasse a pagar royalties e a estimulasse a pesquisar novidades", diz José Fernando Perez, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Com a aprovação da lei, em 1996, isso mudou. As nacionais ou passaram a produzir genéricos ou investiram em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos.Leia mais no Estado

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