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Laboratório do Celobar pode ser multado por atuar irregularmente

O Laboratório Enila havia pedido baixa do registro do Conselho Regional de Química (CRQ) em 2002, alegando não fazer experiências químicas como a que obteve sulfato de bário a partir de carbonato de bário. Apesar de o CRQ ainda não ter julgado o pedido de baixa, o laboratório pode ser multado em até R$ 5 mil por estar atuando irregularmente.Hoje, dois fiscais do CRQ estiveram na sede do laboratório para uma vistoria, mas não havia nenhum responsável técnico no local. De acordo com a Vigilância Sanitária Estadual, o Enila foi inspecionado pela última vez em 2001 e os técnicos não encontraram irregularidades.De acordo com os fiscais Alfen Campbell e Cristina Cerqueira, o laboratório esteve registrado entre os anos de 2000 e 2002 no conselho. Na ocasião, o responsável técnico apresentado pelo Enila era o químico Wágner Teixeira Alves. Mas quem fez a experiência que pode ter provocado a contaminação do Celobar foi o químico Carlos Antônio Fonseca. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) investiga a morte de 22 pessoas que usaram o medicamento para contraste radiológico.Tanto Alves quanto Fonseca serão chamados para explicar ao Conselho de Ética do CRQ por que o Enila fazia experiências químicas depois do pedido de baixa do registro. Eles podem sofrer desde uma advertência à suspenção temporária do registro profissional. O advogado do Enila, Paulo Henrique Lins, não foi encontrado para comentar o caso.

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