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Kassab diz que 'aceita' se candidatar ao governo de SP

O presidente nacional do PSD e ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, confirmou, em entrevista à TV Estadão, que aceita ser candidato ao governo de São Paulo, caso o partido ache que seu nome é o melhor. "O partido deverá ter uma candidatura. Eu já fui consultado por líderes do partido e respondi positivamente", disse Kassab. "Eu me sinto preparado", completou.

JOSÉ ROBERTO CASTRO, Agência Estado

11 de julho de 2013 | 16h20

Kassab ressaltou que a orientação é que o partido lance candidaturas próprias nos Estados, para expor o nome de uma legenda, que é nova. Ele não negou, porém, a tendência de alinhamento com uma eventual candidatura de Dilma Rousseff em 2014.

O apoio à reeleição da presidente não tem relação, segundo Kassab, com a indicação de Guilherme Afif Domingos ao cargo de ministro. "A indicação dele não é partidária, é temática", disse o ex-prefeito, ressaltando que Afif, que também é vice-governador de São Paulo, aceitou o cargo no governo federal depois que as relações com Geraldo Alckmin pioraram. "Houve um rompimento de parte do PSDB, de parte do Alckmin. O Afif foi demitido da Secretaria (de Desenvolvimento Econômico Ciência e Tecnologia em 2011), estava sem ocupação", comentou.

Falando da administração municipal, o ex-prefeito não criticou seu sucessor, Fernando Haddad (PT-SP), pelo recuo no caso da redução da tarifa de ônibus depois dos protestos. Kassab disse que é preciso levar em conta que existem instrumentos que aproximam a população do poder público. "Não podemos falar em recuo ou avanço, mas da capacidade da Prefeitura em dar resposta à demanda. Na medida em que o governo socorreu os municípios desonerando alguns itens que compõem a tarifa, foi correta a decisão".

Sobre o processo de licitação das empresas de ônibus da capital, chamado por vereadores de "caixa-preta" pela falta de transparência, Kassab disse que é preciso avançar. "O importante é que no momento de renovação de contrato se avance em modelos de contrato que tragam mais transparência, mais informação, que traga mais eficiência ao serviço público."

Reforma Política

Sobre reforma política, o presidente do PSD afirmou ser a favor de consulta popular, mas disse que não há tempo para que ela seja feita. Kassab defende que o próprio Congresso faça a reforma e defendeu "o fim das coligações nas eleições proporcionais".

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