Justiça nega habeas corpus a vice-presidente da empresa Engevix

Gerson de Mello Almada é investigado por envolvimento em um esquema de corrupção que tem a Petrobrás como alvo central

TALITA FERNANDES, Estadão Conteúdo

17 de janeiro de 2015 | 16h21

O vice-presidente da Engevix, Gerson de Mello Almada, teve pedido de habeas corpus negado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região na tarde de sexta-feira, 16. O executivo teve sua ordem de prisão decretada no dia 10 de novembro do ano passado, no desdobramento da sétima fase da Operação Lava Jato.

Almada é investigado por envolvimento em um esquema de corrupção que tem a Petrobrás como alvo central. Ele já teve outros dois pedidos de habeas corpus negados no ano passado, um deles pelo TRF e outro pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A defesa alega que não argumentou para manter o executivo preso.

O vice-presidente da Engevix foi citado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef como um dos beneficiários do esquema envolvendo a petroleira.

Na sexta, o TRF também negou um pedido de habeas corpus impetrado pela defesa de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobrás, preso na última quarta-feira no aeroporto do Galeão, onde desembarcava de uma viagem de volta de Londres, na Inglaterra.

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