Justiça Federal liberta integrante da organização de Carlinhos Cachoeira

Para desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal, o jogo de azar é contravenção e não um crime e têm o apoio da população: 'Muitos setores da sociedade defendem a legalização'

Agência Estado

20 de junho de 2012 | 22h53

BRASÍLIA - O desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal (TRF1), em Brasília, determinou nesta quarta-feira, 20, que Gleyb Ferreira da Cruz, integrante da organização do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, seja colocado em liberdade.

 

Tourinho Neto, que se manifestara contra as provas obtidas na investigação Monte Carlo, inclusive as escutas, afirmou que jogo de azar é contravenção e não um crime e que têm o apoio da população. "Veja-se que muitos setores da sociedade defendem a legalização dos jogos de azar, visto que a prática é largamente aceita pela sociedade em geral, ainda que seja ilegal", afirmou.

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