Fabio Motta/Estadão
Fabio Motta/Estadão

Justiça decreta sigilo sobre caso do acidente de Teori

Resgate da aeronave continua nesta segunda-feira; destroços serão levados para a Base Aérea do Galeão, onde ficarão à disposição dos investigadores

Constança Rezende, O Estado de S.Paulo

23 de janeiro de 2017 | 17h47

RIO - O juiz Raffaelle Felice, da 1ª Vara Federal de Angra dos Reis (RJ), decretou nesta segunda-feira, 23, sigilo nas investigações sobre a queda do avião que matou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki e outras quatro pessoas no mar em Paraty (RJ), na última quinta-feira, 19. 

Funcionários da empresa AGS continuaram a fazer o resgate dos destroços do avião nesta segunda-feira. O trabalho, iniciado na noite de domingo, 22, foi feito com o auxílio de uma balsa, com um guindaste acoplado, a cerca de dois quilômetros de Paraty.

Os destroços serão levados para a Base Aérea do Galeão, na capital fluminense, onde ficarão à disposição dos investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). O Cenipa informou na tarde desta segunda-feira que o gravador de voz do avião foi danificado pelo contato com a água.

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) ouvirão na terça-feira, 24, depoimentos de testemunhas da queda da aeronave.

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