Justiça dá habeas corpus a acusado de matar Dorothy Stang

Desta vez, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão estava preso por grilagem e estelionato no Pará

da Redação,

16 de fevereiro de 2009 | 19h21

O Tribunal Regional Federal da 1ª região concedeu nesta segunda-feira, 16, habeas corpus ao fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, acusado de ser o mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang. Desta vez, Regivaldo estava preso por grilagem e estelionato desde o fim do ano passado. A prisão preventiva havia sido pedida pelo Ministério Público Federal em dezembro de 2008, após a descoberta da tentativa de negociação do lote 55, em Anapu, na região da Transamazônica.   Veja também:  Entenda o caso da missionária Dorothy Stang  Biógrafa refaz passos de Dorothy Stang e ataca impunidade   A decisão da 3ª Turma do TRF foi por dois votos a um. Os desembargadores concederam o pedido de Regivaldo para a conclusão do inquérito a que ele responde, segundo informações da assessoria de imprensa do órgão. A previsão é de que a investigação demore cerca de 60 dias.   Acusado como mandante do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang, Regivaldo Pereira Galvão ficou preso por mais de um ano, mas em 2006 conseguiu um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF) e aguardava o julgamento em liberdade. O fazendeiro também responde a outras ações judiciais, por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes.

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