Justiça autoriza viagens de Cachoeira para Anápolis e Brasília

Contraventor pediu para visitar o túmulo da mãe e seus advogados; autorização é válida até sábado

Fernando Gallo, de O Estado de S.Paulo

23 de novembro de 2012 | 13h53

GOIÂNIA - A Justiça Federal autorizou o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, a viajar para Anápolis e para Brasília. Solto nesta semana após ficar preso por nove meses, Cachoeira só pode viajar com autorização judicial.

 

O contraventor pediu para viajar para Anápolis, sua terra natal para visitar o túmulo da mãe, que morreu quando ele estava preso, em abril. A ida a Brasília foi solicitada para conversar com seus advogados. A autorização para os deslocamentos vale somente para esta sexta-feira, 23, e este sábado, 24. Cachoeira deixou condomínio onde está desde que saiu da prisão por volta das 12h30 em direção a Anápolis.

 

Nessa quarta, 22, a Justiça Federal recebeu a segunda denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal contra o contraventor em nova ação relativa à Operação Monte Carlo, que trata de um esquema criminoso de exploração de jogos em Goiás. Segundo o procurador Daniel de Resende Salgado, o grupo de Cachoeira continuava a agir mesmo após a prisão do contraventor.

 

Na próxima terça-feira, 27, o pleno da 3.ª Turma do Tribunal Regional da 1.ª Região deve julgar a liminar que permitiu a soltura de Cachoeira referente à Operação Monte Carlo - nesta semana ele foi solto após decisão judicial referente à Operação Saint-Michel.

 

O desembargador Tourinho Neto mandou soltar Cachoeira por considerar ter havido "excesso de prazo", e não determinou nenhuma medida cautelar. Se o pleno decidir reverter a decisão, o contraventor terá de voltar para a prisão.

 

 

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