Juiz veta negócio que favorece filhas de Teixeira

Uma ação proposta por Cesário Gebram Soubihe na 2 ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo conseguiu bloquear a transferência de três imóveis da falida FGS Engenharia e Construções Ltda. à empresa Triza - Consultoria e Empreendimentos Imobiliários Ltda., de propriedade de Valeska e Larissa Teixeira, filhas do advogado Roberto Teixeira. Na ação, Soubihe, sócio minoritário da FGS, tenta provar que o pedido de recuperação judicial da empresa - depois transformado em falência - foi fraudulento. E que por trás de todo o processo estava Roberto Teixeira, na época advogado da FGS.Nos dias anteriores e no dia 18 de janeiro de 2002, mesmo dia em que a FGS requereu a concordata, imóveis da empresa foram transferidos para a Triza, de acordo com a ação. Os imóveis ficam em Jundiaí, São Bernardo e Embu. Conforme a ação, o terreno de Jundiaí, avaliado em R$ 2 milhões, foi transferido para a Triza por R$ 9.983,15; o terreno de Embu também passou para a Triza na mesma data. "Tais terrenos têm valor de mercado de R$ 20 milhões", afirmou Soubihe, por intermédio de seus advogados Marcelo e Jorge Delmanto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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