Ed Ferreira/AE
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Juiz nega pedido para adiar audiência do caso Cachoeira

Advogados dos réus, entre eles o contraventor, tentaram argumentar que diligências solicitadas pela defesa não foram cumpridas; Justiça ouve testemunhas do caso nesta terça

Alana Rizzo, de O Estado de S.Paulo - atualizado às 10h53

24 de julho de 2012 | 09h53

GOIÂNIA - O juiz Alderico Santos, da 11ª Vara Federal de Goiânia, responsável pelo julgamento de oito dos 81 denunciados no caso Cachoeira, negou pedidos das defesas para adiar novamente a audiência. Entre os réus está o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Os réus da Operação Monte Carlo, que investigou a atuação de Cachoeira no esquema de jogo ilegal, foram denunciados pelo Ministério Público Federal. 

 

Advogada de Cachoeira, Dora Cavalcanti, sustentou que as diligências solicitadas pela defesa não foram cumpridas integralmente. Já Leonardo Gagno, que defende o sargento aposentado Idalberto Matias e José Olimpio Queiroga, questionou o direito a ampla defesa.

 

A audiência começou às 9h15 no auditório da Justiça Federal de Goiás. A primeira testemunha já começou a depoir. Cachoeira e Gleyb Ferreira, únicos réus ainda presos, chegaram ao prédio da Justiça por volta das 8h30 com uma ampla escolta policial. Na parte da manha, serão ouvidos agentes da PF que acompanharam as investigações. Na parte da tarde, as testemunhas de defesa.

 

Familiares dos réus acompanham a audiência no auditório. Cachoeira distribuiu sorrisos ao chegar no local.

 

A mulher do contraventor, Andressa Mendonça, acompanha a audiência. Cachoeira está em Goiânia desde a noite dessa segunda, 23, em uma cela na Superintendência da Polícia Federal.

 

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