Felipe Rau/Estadão
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Juiz nega pedido de Maluf sobre manifestação do IML quanto à prisão domiciliar

Em uma decisão, o juiz destacou que prazo para resposta do IML e do CDP ainda não se esgotou

Rafael Moraes Moura e Amanda Pupo, O Estado de S. Paulo

04 Janeiro 2018 | 19h08

O juiz de direito substituto do Distrito Federal Vinicius Santos Silva negou nesta quinta-feira (4) um pedido apresentado pela defesa do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) que queria acelerar a análise do seu pedido de prisão domiciliar.

Ao reiterar o pedido de prisão domiciliar, a defesa de Maluf pediu que o Instituto Médico Legal (IML) e o Centro de Detenção Provisória da Papuda (CDP), em Brasília apresentem a sua manifestação sobre o tema “em tempo hábil e suficiente”, sob a alegação de que os problemas de saúde do parlamentar são “graves”, sob pena de implicar “sofrimento desumano, desnecessário e desproporcional”.

++ Defesa de Maluf questiona atendimento médico na Papuda

Em uma decisão, o juiz destacou que o prazo de resposta do IML e do CDP, “apesar de estar na iminência de se encerrar, ainda não se esgotou, de sorte que não há, até o momento, qualquer injustificável demora por parte dos órgãos oficiados e, portanto, não há qualquer motivo a justificar a intervenção, nesse tocante, por parte deste juízo”.

 

Maluf, de 86 anos, está preso desde o último dia 20 no Complexo Penitenciário da Papuda. A defesa do deputado destacou em sua manifestação que “em um espaço curtíssimo de tempo”, dois detentos morreram dentro do sistema em virtude de ataque do coração.

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