Jucá quer esforço na cobrança de execução de emendas

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), sugeriu hoje que a decisão de reduzir o valor das emendas parlamentares para que caibam no Orçamento da União, como sugeriu a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, se faça respaldada pelo compromisso de que os membros da Comissão Mista de Orçamento (CMO) vão reforçar os esforços no contato com o Poder Executivo para que as emendas sejam efetivamente executadas. Ele acha que essa "contrapartida" facilitará o entendimento com os parlamentares.

ROSA COSTA, Agência Estado

01 de julho de 2011 | 13h13

"Acho que deve haver uma contrapartida na redução (do patamar das emendas), negociada pelos membros da comissão", afirmou, lembrando que o assunto deve ser tratado pelo provável novo líder do governo no Congresso, deputado Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS), e não por ele.

Jucá lembrou que o patamar de emendas individuais é "alto", de cerca de R$ 13 milhões. "E para se reduzir esse patamar, é preciso que seja muito bem negociado." A ideia de Ideli também recebeu o apoio do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que entende que o Congresso tem o mesmo dever do governo de buscar o equilíbrio no Orçamento da União.

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