José Arruda faz novos exames e médico descarta internação

Bruno Caiado diz que será necessário aguardar os resultados de todos os exames para fechar o diagnóstico

Agência Brasil,

10 de março de 2010 | 14h46

O governador afastado do Distrito Federal, José Roberto Arruda, fez vários exames nesta quarta-feira, 10, a pedido de seu médico particular, Brasil Caiado, na Superintendência da Polícia Federal, onde encontra-se preso.

 

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De acordo com o médico, Arruda "fez um eletrocardiograma simples", que constatou "alteração discreta na arritmia", mas com "mais característica de benignidade". Caiado disse que a pressão do governador está melhor e que, pela manhã, foram feitos também exames de sangue e urina.

 

Sobre o tornozelo direito, operado em novembro e que apresentava, segundo a defesa do governador, um inchaço, Caiado disse que ele está maior do que o esquerdo e que possivelmente o inchaço é em decorrência da cirurgia.

 

"Não é comum edema 90 dias após a cirurgia, mas pode (ocorrer)", disse ao deixar a superintendência. Ele acrescentou que a trombose foi descartada pelos exames realizados anteriormente.

 

Caiado reiterou que não vê necessidade de internação em caráter emergencial, mas que será necessário aguardar os resultados de todos os exames - glicose, função renal, colesterol, função hepática, pâncreas e ácido úrico, além do de urina - para fechar o diagnóstico.

 

Arruda será submetido a um monitoramento da pressão arterial. De acordo com o médico, em um determinado momento a pressão do governador chegou a 16 por 10.

 

Segundo Caiado, o prontuário médico indica que a dose de antidepressivos do governador foi dobrada.

 

Momentos após a saída de Caiado, houve conflito entre dois populares, que discordavam sobre a prisão do governador.

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