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Aos 66 anos, jornalista Raymundo Costa morre em Brasília

'Perdemos um dos jornalistas mais respeitados do País. Competente, educado e observador atento dos fatos', lamentou o presidente Michel Temer

O Estado de S.Paulo

24 de outubro de 2018 | 10h51

O jornalista Raymundo Costa, do Valor Econômico, morreu na noite desta terça-feira, 23, aos 66 anos, em Brasília. A causa da morte foi uma septicemia (infecção generalizada). Ele estava hospitalizado desde o dia 7 de outubro. Há dois anos, ele havia sido disgnosticado com câncer de pulmão. Deixa três filhos e quatro netas.

Nascido em Belém, do Pará, Costa teve passagem pelo O Estado de S.Paulo como correspondente do jornal em São Luis, no Maranhão. Em Brasília, trabalhou na cobertura política nas revistas Veja e IstoÉ e nos jornais O Globo e Folha de S. Paulo. Estava no Valor Econômico desde 2005.

Pelo Twitter, o presidente Michel Temer (MDB) lamentou a morte do jornalista. "Perdemos nesta noite um dos jornalistas mais respeitados do país, Raymundo Costa. Competente, educado e observador atento dos fatos, teve trajetória brilhante em alguns dos melhores veículos de comunicação do país. Minha solidariedade aos amigos e à família", disse o presidente.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, também lamentou a morte do jornalista. “O Jornalismo brasileiro perdeu ontem um de seus principais ícones de perspicácia, análise política precisa e carisma, reconhecido tanto por colegas quanto por autoridades que sábia e gentilmente entrevistava. Raymundo Costa, repórter especial e colunista do jornal Valor Econômico, morreu em Brasília, aos 67 anos. Ele deixa mulher e três filhas. Natural do Pará, Raymundinho, como era carinhosamente conhecido, trabalhou por mais de 40 anos nos principais jornais e revistas do país.”

O velório e enterro do corpo de Costa ocorre na tarde desta quarta-feira, 24, no cemitério Campo da Esperança, em Brasília. 

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