Jorgina poderá ter regime semi-aberto

O subprocurador-geral da República Cláudio Fonteles encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer favorável à manutenção do regime semi-aberto concedido pelo STF no ano passado à advogada Jorgina Maria de Freitas Fernandes, condenada pela Justiça por fraudar a Previdência Social. O regime semi-aberto permite que o interno possa ficar em liberdade durante o dia e voltar para a cadeia à noite. No parecer, o subprocurador-geral, Cláudio Fonteles, opina pelo indeferimento do pedido de reconsideração feito pelo INSS, que quer manter a advogada no regime de prisão fechado. Em seu parecer, Fonteles afirma que o argumento usado pelo órgão, de que no futuro Jorgina pretende especializar-se em advogar contra o INSS, não se sustenta. De acordo com seu entendimento, a advogada não teria cometido fraudes contra o INSS se não contasse com a colaboração de "ímprobos" servidores públicos, inclusive da própria instituição.

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