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Jader e ACM voltam a trocar insultos no Senado

Dois ex-presidentes do Senado - o senador Jader Barbalho (PMDB-PA), atualmente licenciado do comando da Casa, e o ex-senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) - retomaram o bate-boca que vinham travando desde o início de 1999, e que havia sido interrompido com a renúncia de ACM. Hoje, voltaram a trocar frases ríspidas, graças à visita que Magalhães fez ao Congresso. ACM saiu na frente, dizendo que Jader devia ?ser preso?. Barbalho reagiu afirmando que o ex-senador baiano "está perturbado", uma vez que, ao se despedir do Senado, em maio, prestou-lhe uma homenagem e lhe fez elogios."O que ele (Magalhães) está dizendo agora não tem o menor fundamento", afirmou Barbalho. Mas Antonio Carlos Magalhães, que ainda se encontra no Congresso, negou que tenha feito homenagem ou elogios a Barbalho no dia em que renunciou. "Jader mente, ele é um caso de polícia, não é um caso para o Senado", declarou. "A ousadia de Jader é ilimitada, e, se o Senado se curvar, vai se desmoralizar. No meu caso, quiseram praticar a injustiça com rapidez", acrescentou. O ex-senador baiano, que está no gabinete do senador Antonio Carlos Júnior (PFL-BA) - seu filho e substituto no exercício do mandato - declarou ainda: "Há evidências tão grandes (contra Jader Barbalho) que ele mancha todos os lugares aos quais vai e acabará manchando o Senado também. Há provas até para prendê-lo", concluiu.

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