Jader ataca gestão do setor energético

O presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA), criticou o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e o setor público de energia por não terem previsto o déficit na produção de eletricidade, levando à situação de racionamento anunciada pelo governo. Ele afirmou que seu Estado, o Pará, não vai aceitar que, além de ter sido prejudicado pela falta de investimentos na usina de Tucuruí, ainda tenha que sofrer com as limitações impostas pelo racionamento. "Somos o quinto maior produtor de energia do País e o terceiro maior exportador de energia, e mais não fazemos porque não foram feitos investimentos para concluir novas eclusas e construir o segundo ´linhão´ necesário para o aumento da geração de energia da usina", afirmou Barbalho, salientando que os recursos constam do Orçamento Geral da União, mas jamais foram liberados pelo governo. "Considero imperdoável o que está acontecendo nessa área, e desejo que o governo seja capaz de atenuar o quadro em que já é impossível impedir prejuízos como o da redução de empregos e da queda na qualidade de vida", disse. Barbalho afirmou, ainda, que é preciso que o País se mobilize num mutirão para encontarr saídas "para reduzir ao máximo os danos dessa imprevidência".

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