Instituto Nacional do Câncer nega denúncia de suborno

A assessoria de imprensa do Instituto Nacional de Câncer - Inca - classificou como infundadas as denúncias veiculadas no jornal americano The Washington Post, de que executivos da indústria do tabaco subornaram altas autoridades do ministério da Saúde do Brasil, de Malawi e do Zimbábue. De acordo com a assessoria, nem o Inca nem o Ministério da Saúde tiveram qualquer conhecimento sobre essa denúncia. Na reportagem publicada pelo Post, dos principais jornais americanos, um executivo chamado Ron Tully, que trabalhou para um centro de informações mantido pelas multinacionais do tabaco, denunciou tentativas de suborno através de cartas escritas, em setembro de 1998, a um advogado da companhia de cigarros alemã Reemtsma.De acordo com a assessoria, o governo tem, nos últimos anos, intensificado os seus esforços no combate ao tabagismo. Para reforçar a batalha, A União vai lançar, a partir de janeiro, uma agressiva campanha de publicidade nos maços de cigarro, com fotos como a de um casal na cama e os dizeres "fumar causa impotência" ou de uma criança prematura com a frase "O ministério da Saúde adverte: em gestantes, o cigarro provoca partos prematuros, nascimento de crianças com peso abaixo do normal e facilidade de contrair asma".

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