Índios libertam reféns no Tocantins

Os seis reféns dos índios xerente da aldeia Brejo Comprido, em Tocantinia, foram liberados na noite de quinta-feira. Depois de dois dias de negociações, o cacique Bernardino Xeerente, o coordenador de projetos da Funai, Wagner Tramm, e o procurador-chefe da república no Tocantins, Mário Lúcio Avelar, chegaram a um acordo, segundo o qual a Funai vai bancar os custos de projetos ambientais nas 34 aldeias que integram a reserva indígena. Elas serão atingidas pelo impacto ambiental da Usina Hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães, que está sendo construída em Lajeado. Foram libertados dois consultores da Unesco - George caldas e Ulisses Uzonto -, três pesquisadores da Investco (empresa responsável pela construção da usina) - Juarez pereira da Silva, Augusto Simone silva e José Assumpeco. O sexto refém libertado foi o técnico do Naturatins, eduardEduardo Regente Queiroz. Inicialmente, acreditava-se que oito pessoas haviam sido seqüestradas, mas dois deles, Adriano Leite e Antenor Gonçalves, não foram capturados e ficaram na região ajudando nas negociações.

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