Índios exigem remédios em troca de médicos reféns

Os índios da tribo araweté da aldeia pixuna, no sudoeste do Pará, estão exigindo remédios para libertar dois epidemiologistas da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) mantidos reféns desde terça-feira. Segundo os índios, o governo federal não manda medicamentos para a aldeia há seis meses. De acordo com Funai, os reféns estão sendo bem tratados. "Ninguém quer morrer por falta de remédio", disse o cacique Joaquim Curuaia.A Funasa e a Funai decidiram hoje mandar os medicamentos numa lancha para que os índios soltem os dois médicos. A viagem pelo rio Xingu dura 12 horas. As aldeias da região recebem os medicamentos por meio de um convênio firmado entre a Funasa e a prefeitura de Altamira.

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