Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão

Indicação de Osmar Terra é da cota de Bolsonaro, diz presidente de frente evangélica

De acordo com o deputado federal Takayama (PSC-PR), indicação para o Ministério da Cidadania não foi sugestão de sua bancada

Gustavo Porto, O Estado de S.Paulo

28 Novembro 2018 | 17h29

BRASÍLIA - O presidente da frente parlamentar evangélica, deputado federal Takayama (PSC-PR), afirmou há pouco que a indicação do deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) para ocupar o Ministério da Cidadania - que englobará o Desenvolvimento Social, Cultura e Esporte e será criado no futuro governo - é da cota do presidente eleito Jair Bolsonaro e não da sua bancada. "Isso é cota dele. Da frente não é", disse o parlamentar ao sair de reunião no governo de transição, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) enquanto Terra concedia entrevista como o indicado para ocupar a nova Pasta.

Ao entrar no CCBB, Takayama citou os nomes dos deputados Leonardo Quintão (MDB-MG) e Roberto de Lucena (PV-SP), além dos já comentados Ronaldo Nogueira (PTB-RS), Marco Feliciano (PODE-SP) e Gilberto Nascimento (PSC-SP) apresentados pela bancada à equipe de transição como sugestões.

Takayama minimizou o fato de os nomes apresentados não terem sido escolhidos. "Se isso é bom para o Bolsonaro, isso é bom para a gente também. Bolsonaro não vai seguir por esse caminho (a de acordos com partidos); é pela competência, pelo lado técnico e não ligado ao modelo antigo", disse. "É uma prova a mais que ele não está aqui para negociar. Se agrada ao Bolsonaro, agrada a frente", disse.

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