TNYT/reprodução
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Imprensa internacional repercute teste positivo de Bolsonaro para covid-19

Jornais enfatizaram que, desde o início da pandemia no País, a postura do presidente foi de minimizar a doença

Redação, O Estado de S.Paulo

07 de julho de 2020 | 13h48

Diversos veículos da imprensa internacional repercutiram nesta terça-feira, 7, a afirmação dada pelo presidente Jair Bolsonaro de que ele contraiu o novo coronavírus. Os Jornais enfatizaram que, desde o início da pandemia no País, a postura do presidente foi de minimizar a doença. 

O New York Times noticiou o fato na principal página de seu site, ressaltando que o presidente passou meses negando a gravidade da pandemia. O jornal relembrou que o presidente do Brasil descumpriu reiteradamente as recomendações de saúde, como evitar aglomerações e fazer uso de máscara. 

 

 

O Washington Post também destacou o fato em sua principal página digital, e reforçou que até agora o presidente se colocou como cético da doença, destoando da postura de outras lideranças mundiais. O Post relembrou que o presidente chamou a doença de “gripezinha” e chegou a anunciar que faria um grande churrasco, o que provocaria aglomeração em meio à escalada de mortes no País. 

 

 

A Bloomberg, que também noticiou o fato, mencionou ainda que o presidente se reuniu com apoiadores sem fazer uso de máscara. 

 

 

A notícia também repercutiu no El País, da Espanha. 

 

 

A imagem de Bolsonaro  ocupou também a principal página digital do jornal francês Le Monde, que destacou que o presidente teve agenda com diversos ministros de Estado na última semana. 

 

 

O portal Euronews, que também enfatizou a atitude do presidente de minimizar a pandemia, citou também declarações do mandatário de que tinha “histórico de atleta”, e que portanto a doença não passaria de uma “gripezinha” para ele. 

 

 

O The Guardian foi na mesma linha, e relembrou que o presidente tratou reiteradamente a doença como algo trivial. 

 

 

Também o Corriere Della Sera anunciou o fato, reforçando a postura do presidente de minimizar a pandemia e contrariar

recomendações de saúde.

 

 

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