Ideli Salvatti vê na morte de ACM o fim de um ciclo

Líder do PT diz que morte do senador baiano encerra figura do cacique político

20 de julho de 2007 | 17h34

A líder do PT, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), vê na morte do senador Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA) o fim de um ciclo, o esgotamento de uma forma de atuação política mais centrada na figura de um cacique político, onde a vontade individual prevalece sobre a vontade coletiva.   Veja também: Morre o senador Antonio Carlos Magalhães No vídeo mais acessado no YouTube, ACM defende ditadura Frases do senador Site oficial do senador Galeria de Fotos  ACM visita o Estado de S. Paulo    ACM morreu nesta sexta-feira, 20, às 11h40 no Incor-SP por falência múltipla dos órgãos, após o agravamento do seu estado de saúde durante essa madrugada, quando sofreu uma parada cardíaca. Ele estava internado no hospital há 37 dias, desde 13 de junho.   Em Salvador, o corpo de ACM será levado para o Palácio da Aclamação, no centro da cidade, onde ele será velado. O público poderá ver ACM, em fila, que será organizada.   Seu sepultamento está previsto para ocorrer no final da tarde deste sábado, na quadra 16 do cemitério Campo Santo.

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