IBGE: número de famílias unipessoais cresce quase 33%

Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que, entre 1991 e 2000, o número de famílias cresceu 29% e passou de 37,5 milhões para 48,2 milhões, predominando o tipo com parentesco (91,2%). Entretanto, o número de famílias unipessoais foi o que mais cresceu no mesmo período (32,5%), passando de 6,5% (2,4 milhões) do total de famílias, em 1991, para 8,6% (4,1 milhões), em 2000. Já aquelas famílias constituídas por duas ou mais pessoas não-aparentadas representavam, em 2000, apenas 0,3% (142 mil) de todo o conjunto.Grande parte das famílias unipessoais era constituída por mulheres. Do total de famílias cuja pessoa de referência era do sexo feminino, 15,5% eram unipessoais. Entre os homens, essa proporção era de 5,7%. Regionalmente, Sudeste (9,4%), Centro-Oeste (9,3%) e Sul (9,2%) tinham as maiores proporções de famílias unipessoais, e Norte (5,9%) e Nordeste (5,9%), as menores. Segundo as Unidades de Federação, as maiores proporções foram do Rio de Janeiro (11,2%), Rio Grande do Sul (10,9%) e Goiás (9,6%), e as menores, do Pará (5,2%) e do Amazonas e Maranhão (ambas com 5,3%). Observou-se também que, em relação ao rendimento mensal, apenas 2,4% das famílias unipessoais viviam com até meio salário mínimo per capita.

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