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Hospital Imaculada Conceição fecha as portas

Pacientes que procuraram nesta terça-feira o Hospital Imaculada Conceição, de Sumaré, 120 quilômetros a noroeste de São Paulo, encontraram-no de portas fechadas. Os serviços foram interrompidos por falta de acordo entre o município e o governo estadual, que havia feito uma intervenção no hospital há quase 11 anos,prorrogada por oito vezes.Nesta terça-feira, representantes de Sumaré se reuniram com técnicos da Secretaria Estadual de Saúde para decidir o que será feito dos 600 pacientes em média por dia que buscavam serviços de urgência e emergência no Imaculada Conceição. A cidade não dispõe de pronto-socorro.Na reunião, o prefeito Dirceu Dalben (PPS) pediu mais 90 dias de prazo ao secretário de Saúde do Estado, Luiz Roberto Barradas Barata, que negou a solicitação. Ficou acertado que o município fará um levantamento dos custos de operação doImaculada e reativará o hospital em 30 ou 40 dias.Nos seis primeiros meses depois de reaberto, o hospital terá as despesas divididas entre a prefeitura e o governo estadual. Depois disso, o município terá que assumir o pronto atendimento e repassar o atendimento clínico para alguma instituição interessada em administrá-lo.Enquanto o Imaculada permanecer fechado, o Hospital Estadual de Sumaré, administrado pela Unicamp, e os 12 postos de saúde da cidade farão o atendimento de urgência dos pacientes. ?O município fará o atendimento de emergência o máximo que puder e o restante encaminhará para o Hospital Estadual?, afirmou Dalben.

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