Helvio Romero/AE
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Haddad fala sobre bilhete mensal e apoio de Lula

O candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, defendeu a sua proposta de criar um bilhete mensal para o transporte público, durante sua participação na série Entrevistas Estadão, nesta quinta-feira (30/08). 

de O Estado de S. Paulo

30 de agosto de 2012 | 15h44

 

"Eles (candidatos) sentiram o golpe, a proposta é boa. Ninguém vai ser obrigado a pagar, se preferir, fica com o bilhete de 3 horas". O candidato do PT aproveitou para criticar a gestão hoje no transporte público da capital. "A velocidade dos ônibus está caindo e os custos aumentando. O transporte não recebeu nenhuma atenção da Prefeitura".

 

Durante uma hora, ele apresentou suas propostas e respondeu as perguntas dos jornalistas do Estado. 

Haddad disse que a ideia de sua candidatura para a Prefeitura de São Paulo partiu do ex-presidente. "Lula me chamou, disse que o Brasil e o PT precisavam de uma renovação política. Eu não cogitava participar de eleições."

 

O candidato do PT aproveitou para falar sobre a quebra de sigilo médico do paciente que participou de sua propaganda eleitoral. "Nós estamos lidando com uma pessoa que se dispôs a levar a seu caso para TV.

 

Ele foi informado pela Prefeitura que tinha catarata. Agora a Prefeitura está mudando o diagnóstico que deu a ele. Na minha opinião, são dois casos graves: por que ele (paciente) foi informado de algo que hoje a Prefeitura diz que ele não tem, colocando a palavra dele em jogo? Em segundo, quebrou o prontuário, o sigilo. A Prefeitura ao quebrar o sigilo médico dele, diz que ele não tem catarata".

 

Todos os candidatos de São Paulo foram chamados para participar da série de entrevistas. José Serra (PSDB) foi convidado para a sexta-feira, 31, mas ainda não confirmou presença.

 

Além de Fernando Haddad (PT), a série Entrevistas Estadão já teve a participação dos candidatos Celso Russomanno (PRB), Soninha Francine (PPS), Gabriel Chalita (PMDB), José Maria Eymael (PSDC), Anaí Caproni (PCO), Ana Luiza (PSTU), Miguel Manso (PPL), Paulinho da Força (PDT), Carlos Giannazi (PSOL) e Levy Fidelix (PRTB).

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