Haddad descarta que doença comprometa Dilma em 2010

Para ministro, diagnóstico de câncer vai até servir como um impulso para a trajetória política da ministra

Agência Brasil

27 de abril de 2009 | 14h05

O ministro da Educação, Fernando Haddad, descartou nesta segunda-feira, 27, que a doença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, possa comprometer os planos do PT de lançá-la como candidata à Presidência da República nas eleições de 2010. Ele acredita que o diagnóstico de câncer vai até servir como um impulso para a trajetória política de Dilma.

 

No último sábado, Dilma Rousseff anunciou que está em tratamento contra um câncer no sistema linfático (linfoma). A doença, segundo os médicos, foi diagnosticada em estágio inicial e as chances de cura são superiores a 90%.

 

"Imagino que possa até fortalecer [a ministra] pela sua própria trajetória, pelos desafios que ela já venceu. Pode fortalecer a identidade da ministra no projeto que se confunde com a superação das dificuldades do próprio país", afirmou Haddad durante o seminário sobre Metas da Educação, na Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.

 

Haddad também negou que o partido esteja buscando possíveis substitutos para concorrer à presidência da República. "Isso está fora de cogitação."

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