Pauli Liebert/AE
Pauli Liebert/AE

Haddad critica plano de governo de adversários

Para petista, outros candidatos não apresentam metas objetivas ou fontes orçamentárias

Bruno Lupion, de O Estado de S. Paulo

06 de setembro de 2012 | 18h23

O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira, 6, que os programas de governo de seus adversários não têm consistência, são carentes de metas objetivas e não apontam as fontes orçamentárias para custear os investimentos previstos.

"Não adianta dizer que vai fazer e depois não dizer de onde vai sair o dinheiro, quanto vai custar. Isso entre os (candidatos) que divulgaram (o plano de governo), porque a maioria sequer divulgou", afirmou o petista, após caminhada pelo bairro Vargem Grande, em Parelheiros, extremo sul da capital. Ele não quis nomear os candidatos que seriam o alvo de sua crítica.

Haddad apresentou seu programa de governo em 13 de agosto, em um evento com pompa e centenas de convidados. Desde então, o petista gosta de dizer que estudou durante meses os problemas da cidade e possíveis soluções. O documento final, com 124 páginas, teve a colaboração de cerca de 500 pessoas, segundo Haddad.

"Ninguém apresentou nada parecido para o planejamento urbano com o que nós apresentamos. (Propusemos) o redesenho da cidade para ela voltar a funcionar. Todos os demais programas setoriais estão associados ao 'Arco do Futuro'. (Temos) metas quantitativas claras, orçamento", afirmou.

O candidato líder nas intenções de voto, Celso Russomanno (PRB) afirma que apresentará seu programa de governo "até o dia da posse". O candidato do PSDB, José Serra, em segundo lugar nas pesquisas, protocolou linhas gerais do seu plano no ato de inscrição da candidatura na Justiça Eleitoral e afirma ter um programa que será apresentado como diretriz de governo se ele vencer as eleições. / COLABOROU RICARDO CHAPOLA

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