‘Há uma campanha que tenta desestabilizar a ministra’, diz presidente da Funarte

Para o ator Antônio Grassi, aliado de Ana de Hollanda, é vítima de conspiração

11 de maio de 2011 | 23h00

BRASÍLIA - O presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), o ator Antônio Grassi - tido como fiador da indicação da ministra Ana de Hollanda e um dos seus principais aliados - conversou com o Estado nesta quarta-feira, 11, após a reunião com Gilberto Carvalho. Na opinião dele, a ministra é vítima de uma conspiração e a crise na pasta é apenas "alarme falso".

 

Qual sua opinião sobre a crise vivida pela ministra?

Há uma certa articulação, uma certa campanha, que tenta desestabilizar, colocar uma pessoa contra outra, como se uma pessoa estivesse conspirando. Quando se anunciou o nome da ministra em dezembro, já existiam blogs atacando o nome dela. Há movimentos criando informações falsas. Fala-se em desmonte no ministério. Que desmonte é esse, se boa parte da equipe atual estava aqui ou esteve na primeira gestão do ministro Gilberto Gil? Existe um alarme falso nesta questão.

 

Essa campanha vem do PT de São Paulo?

A gente não tem uma localização específica.

 

Dizem que o senhor seria o mentor do ministério.

Eu não sou mentor, não estou por trás da nomeação. A presidente Dilma jamais se renderia a esse tipo de coisa. Eu cuido de uma área muito importante, que é a Funarte. Mas não tenho ingerência sobre outros assuntos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.