Gustavo Fruet vota e diz que nenhum serviço será contratado até o fim do ano

Lei de Responsabilidade Fiscal prevê que a prefeitura não faça contratos novos após fim das eleições

Julio Cesar Lima, O Estado de S.Paulo

30 Outubro 2016 | 11h55

Curitiba (PR) - O prefeito Gustavo Fruet (PDT), derrotado no primeiro turno, disse, após votar pela manhã na Unicuritiba, na área central de Curitiba (PR), que fará uma declaração pública logo após o resultado da eleição que definirá o novo prefeito. Fruet afirmou que haverá uma transição tranquila e a partir de agora a Prefeitura não poderá contratar algum serviço até o final do ano. “Vamos declarar todos os dados e também toda a transparência possível para uma transição tranquila, assim como assinar um edital que proíbe toda contratação, pois pela Lei de Responsabilidade Fiscal não se pode contratar serviços novos”, disse. 

Os candidatos Ney Leprevost (PSD) e Rafael Greca (PMN) tinham votações previstas para a manhã, mas ocorreram atrasos. Pela manhã o juiz federal Sérgio Moro também votou no Clube Duque de Caxias, no bairro Bacacheri. A votação foi rápida, discreta e não houve contato com a imprensa.

No Paraná, além de Curitiba, Ponta Grossa e Maringá também têm votações no segundo turno. No estado foram detectados problemas em 20 urnas eletrônicas, sendo 13 na capital, cinco em Ponta Grossa e duas em Maringá. 

Além disso, as ocupações nos colégios provocaram o remanejamento por parte do TRE-PR de 205 locais de votação, sendo 146 em Curitiba, 32 em Maringá e 27 em Ponta Grossa. A mudança provocou um investimento de R$ 3 milhões, além dos R$ 22,2 milhões originais.

Segundo dados da assessoria do TRE, em todo o estado, 700.315 eleitores - 533.733 em Curitiba; 102.526 em Maringá e 64.056 em Ponta Grossa -, equivalentes a 2.184 seções eleitorais.

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