Guerra diz que entrada de Dilma na campanha é 'abuso'

Em nota divulgada nesta tarde, o presidente nacional do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra, critica a participação da presidente Dilma Rousseff e de seus ministros nas campanhas eleitorais e avisa que o partido estuda medidas legais contra o que chamou de "abuso do poder político" do Palácio do Planalto. "Para frear o uso da máquina pública em favor dos interesses de um único partido, reitero que o PSDB está analisando quais medidas legais poderão evitar que esse tipo de abuso de poder político se repita no futuro", diz a nota assinada por Guerra.

DAIENE CARDOSO, Agência Estado

13 de setembro de 2012 | 17h33

Guerra afirma ainda que Dilma entra nas campanhas pressionada pelo PT, uma vez que o partido estaria diante de um "desempenho pífio" no cenário eleitoral. "Se valendo das prerrogativas do cargo que ocupa e pressionada por seu próprio partido, diante do desempenho pífio do PT nas eleições municipais deste ano, a presidente Dilma mostra a grande distância e descompasso entre seu discurso e as ações de seu governo", critica o deputado.

O tucano também condena a forma como a presidente anunciou o pacote de redução dos preços de energia elétrica e a nomeação da senadora Marta Suplicy (PT-SP) para o Ministério da Cultura. Para Guerra, a nomeação de Marta serviu para que a senadora "se integrasse" à campanha do candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad.

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